À medida q circulava menos límpida mais gasta,
as trocas mais dependiam da vontade desta.
Ela é modesta alimentando-se de si mesma,
morando numa algibeira prestes a mudar de residência.
Pode dar-te influência ou, levar te à falência,
vivendo da dependência do consumo e da ganância.
Ideologias postas em prática, da capitalista às utópicas,
todas visam angariá-la formando uma espécie de monopólio.
Negócios sem causa justa, muitos a usam de forma injúria,
pelo poder, pela luxúria, desde a revolução da indústria.
A concentração das fortunas à custa da decadência de uns.
Jan 10, 2008
Contigo na tua cama posso desligar-me.
Quanto menos sinto, menos me posso afectar
Pergunto-me o que sentes enquanto nos deitamos.
Eu não sei o que estou a pensar
mas isso é melhor para mim.
Quando acordo de manhã,
Ainda sentimos o mesmo?
quando acordo de manhã,
será que mudaste?
Porque eu ainda sinto o mesmo.
Quanto menos sinto, menos me posso afectar
Pergunto-me o que sentes enquanto nos deitamos.
Eu não sei o que estou a pensar
mas isso é melhor para mim.
Quando acordo de manhã,
Ainda sentimos o mesmo?
quando acordo de manhã,
será que mudaste?
Porque eu ainda sinto o mesmo.
Nov 17, 2007
Tenho estas insónias. Terríveis, infinitas.
Um estado de torpor entre a realidade e o que há para além dela.
Quero uma pílula milagrosa, a droga que me permita sair desta intemporalidade de horas perdidas.
De Nova Iorque a Tóquio, vou, da Babilónia a Marte.
Insignificantes poeiras cósmicas sou, Leviatã marinho enorme.
Dos princípios dos sonhos ao infinito.
Dalí e Klimt, dali e daqui.
Livre como uma borboleta, fantoche e marreta. A metamorfose.
Engano as horas a mim próprio, semi-traído unicórnio.
Que torpor e desagradável sensação, o cobertor e o colchão.
Oct 13, 2007
tu caiste do céu como uma bomba nuclear
vi sangue e bocados de carne voarem por todo o lado
eu vi a luz
eu vi a luz
os prédios desmoronaram-se
os baloiços nos jardins foram devorados pelo fogo
eu vi a luz
eu vi a luz
abraçaste a cidade no teu cogumelo de fumo
e subiste na dierção dos céus todo poderoso
eu vi a luz
eu vi a luz
vi sangue e bocados de carne voarem por todo o lado
eu vi a luz
eu vi a luz
os prédios desmoronaram-se
os baloiços nos jardins foram devorados pelo fogo
eu vi a luz
eu vi a luz
abraçaste a cidade no teu cogumelo de fumo
e subiste na dierção dos céus todo poderoso
eu vi a luz
eu vi a luz
Oct 11, 2007
Oct 8, 2007
Sep 6, 2007
Beladona
Conheço esta rapariga, bela dona, baixinha e bonitona.
Desde que a conheço que esta foi para mim uma referência.
Sublime estravagância, toques de irreverência.
Do classic ao bounce, funk, house, locks, dread`s.
I like the way she dance!
Mas isto é agora, que agente se conhece, porque antes, esquece.
via-a nos caroceis com aquelas meias às redes
pensava nela, mas só às vezes.
Eu sempre gostei das relações de poucos meses
e nestes tempos nada se passara de forma diferente.
Ela chegou-se a mim e eu disse que sim.
nunca lhe dera a devida atenção, sempre fugi da ocasião
tratava-a como uma estranha, com medo da opinião alheia
Bom, que seja. Só quero lamentar a minha sobeja
Quando agente se beija, como o mundo se transforma e lateja.
Ela hoje está longe...
Não lamento.
Perco algum do meu tempo com suposições.
Odeio conclusões de ocasião.
Hoje estou igual, académico irracional boémio
Desde que a conheço que esta foi para mim uma referência.
Sublime estravagância, toques de irreverência.
Do classic ao bounce, funk, house, locks, dread`s.
I like the way she dance!
Mas isto é agora, que agente se conhece, porque antes, esquece.
via-a nos caroceis com aquelas meias às redes
pensava nela, mas só às vezes.
Eu sempre gostei das relações de poucos meses
e nestes tempos nada se passara de forma diferente.
Ela chegou-se a mim e eu disse que sim.
nunca lhe dera a devida atenção, sempre fugi da ocasião
tratava-a como uma estranha, com medo da opinião alheia
Bom, que seja. Só quero lamentar a minha sobeja
Quando agente se beija, como o mundo se transforma e lateja.
Ela hoje está longe...
Não lamento.
Perco algum do meu tempo com suposições.
Odeio conclusões de ocasião.
Hoje estou igual, académico irracional boémio
Jun 9, 2006
Povo(acção)
A estrutura das casas, tanta segurança…
Mas eu quero viajar, voar pra`lem
Já que em minha porta ninguém é bem-vindo.
Carne para a matança,
Numa balança em desequilíbrio.
Consigo fugir de um sítio
Sedentário, não!
Raízes as minhas podres estão
Do meu pensamento ladrão, lá para os lados do Índico.
O fundo da questão é fictício, ou não…
Para mim desperdício são
Horas (desperdiçadas) frente a uma televisão.
As horas são mais espaçadas entre dois golos de uma garrafa
Amigos são risadas que se encontrarão.
Já quis com mais força
Mudar o mundo de ponta a ponta.
Hoje prefiro a forca
A ter de discutir com gente que se ignora.
O caos sopra, aos cantos
Ventos vigilantes,
A revolta dos maus com pistolas e paus
Fiel, ignorante, grande e omnipotente.
A estrutura das casas, tanta segurança…
Mas eu quero viajar, voar pra`lem
Já que em minha porta ninguém é bem-vindo.
Carne para a matança,
Numa balança em desequilíbrio.
Consigo fugir de um sítio
Sedentário, não!
Raízes as minhas podres estão
Do meu pensamento ladrão, lá para os lados do Índico.
O fundo da questão é fictício, ou não…
Para mim desperdício são
Horas (desperdiçadas) frente a uma televisão.
As horas são mais espaçadas entre dois golos de uma garrafa
Amigos são risadas que se encontrarão.
Já quis com mais força
Mudar o mundo de ponta a ponta.
Hoje prefiro a forca
A ter de discutir com gente que se ignora.
O caos sopra, aos cantos
Ventos vigilantes,
A revolta dos maus com pistolas e paus
Fiel, ignorante, grande e omnipotente.
Subscribe to:
Posts (Atom)
About
- dimi
- Porto, Portugal